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Cultura, Entretenimento, Teatro

Autobiografia Autorizada, com Paulo Betti

Projeto que exibe em Santa Maria peças teatrais nacionais – Palco Treze, Theatro Treze de Maio – realiza nos dias 27 e 28 de setembro, o terceiro e último espetáculo desta edição. Nesta reta final apresenta “Autobiografia Autorizada”. Paulo Betti saiu do mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava para um fazendeiro negro. Filho de uma camponesa analfabeta, que mudou para a cidade onde foi empregada, mãe de 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp. O testemunho do ator, autor e diretor, que vai representar pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, levará ao público uma peça divertida e emocionante.

 

Direção: Paulo Betti e Rafael Ponzi
Com: Paulo Betti
Quando: terça e quarta-feira (27 e 28/09), às 20h. Duração de 2 horas
Classificação: 12 anos
Onde: Theatro Treze de Maio (Praça Saldanha Marinho, s/nº). Fone: (55) 3028-0909
Quanto: R$ 40 (estudantes e idosos), R$ 60 (sócios do teatro) e R$ 80 (público geral)

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Cultura

Dica cultural: filme “Exótico Hotel Marigold 2″

O VII Ciclo de Cinema “Envelhecimento” apresenta neste sábado, dia 24 de setembro, o filme “Exótico Hotel Marigold 2″. A exibição será das 14h às 16h30min na CESMA (Cooperativa de Estudantes de Santa Maria). A entrada é franca.

No filme, Sonny Kapoor (Dev Patel) tenta encontrar tempo para expandir os negócios enquanto se prepara para o casamento com Sunaina (Tina Desai). O Hotel Marigold, que está recebendo mais pedidos do que tem disponível, tem lotação praticamente esgotada e ele precisa de uma nova propriedade para receber novos hóspedes. Sonny está de olho em uma promissora propriedade, agora que o seu hotel para idosos tem apenas uma única vaga.

Veja o trailer:

Contato: 55. 99569492

Email: marco.acosta@bol.com.br

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Cultura, Moda

Semana Farroupilha

As Mulheres Donas de Si realizaram um ensaio fotográfico com pilchas da Casa do Gaúcho para marcar as Comemorações da Semana Farroupilha. Selecionamos dois textos de blogs para ilustrar essa publicação. Um deles falando do sentimento de ser gaúcho e o outro que trata, de forma descontraída, sobre as regras de um dos hábitos mais fortes da cultura gaúcha: o chimarrão!

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Somos todos gaúchos
Que sentimento é este que nos move e que nos toma a todos no mês de setembro, independente de sermos tradicionalistas ou não? A cada setembro renasce esse espírito em cada gaúcho, homem, mulher, criança…
A chama crioula percorre todos os rincões de nosso estado e carrega este sentimento, refletindo vontades coletivas e individuais. Que poder é este, fascinante, envolvente, apaixonante, que nos faz trabalhar, abdicar de nossas vontades pessoais, profissionais, e até mesmo familiares, levando a uma dedicação que transcende nosso entendimento? É algo que nos une, fortalece, nos aponta um caminhar único, uma só direção. A cada mate, cevado e compartilhado, temos a oportunidade de refletir sobre nossa sociedade, nossas ações, o que realmente estamos contribuindo ou simplesmente ficamos a exigir, cobrar e não indicarmos novos rumos, novos caminhos, somente preocupados com interesses pessoais, de pequenos grupos. Por isso, a cada ano, setembro chega para revigorarmos estas posições, para refletirmos, para quem sabe recomeçarmos, para entendermos o motivo pelo qual festejamos o vinte de setembro.
Acima de festas, bailes, comemorações, devemos mergulhar em uma profunda reflexão de nossas posições, ações e comportamento. Este sentimento que invade a todos é algo diferenciado, que nos faz sermos um só. Talvez sejamos os centauros de outrora que defendiam com altivez, coragem, determinação e honradez seus ideais. Mas este sentimento é de pertencimento à nossa identidade regional, nossa cultura, nossas raízes, nossa formação, é algo que vem de geração em geração, é uma apropriação que devemos fazer de nossa história, mostrar quem somos, de onde viemos e para onde vamos, termos orgulho, fazermos valer e respeitar nossas posições. Acima de tudo, de qualquer evento criado, formatado, este algo que pertence a todos, o sentimento de sermos Gaúchos, os valores que lutamos para preservar, manter. Setembro permite mergulharmos com intensidade neste sentimento que é único, que é nosso, que é do Rio Grande, que nos inflama o peito, enche os olhos ao cantarmos o Hino Rio-Grandense com orgulho e altivez, porque ele nos identifica, diz quem somos, mostra nosso DNA. Estes momentos atuais, que vivenciamos, são construídos por todos, pela sociedade, por todas as classes, afinal este sentimento vem da alma, do coração de cada Gaúcho, é o nosso SER.
Dedico estas palavras deste nosso sentimento ao grande amigo, que neste momento, quando comecei a escrever, parte para a estância Grande, para onde um dia todos iremos, sem restrição, sem discriminações, que fez deste sentimento uma forma de vida e valorização de nossa cultura. Escrevo com o coração apertado e triste. Vá com Deus meu amigo, ex diretor campeiro da 1ª Região Tradicionalista, ex-patrão do DTG Lenço Colorado, Paulo Renato Bellarmino. O sentimento permanece em cada coração e atitude dos sul rio-grandenses.”
Nairo Callegaro (Presidente do MTG) / Sandra Veroneze (Assessoria de Imprensa MTG) /  Postado por Jair Marinho Kercher

via Blog Mundo do Gaúcho

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“Erva-Mate

Apesar de simples e informal, a roda de chimarrão tem suas regras, verdadeiros mandamentos, que devem ser respeitados por todos. Se você é iniciante ou está redescobrindo o costume, observe esses pontos relacionados com boa dose de humor:

1 – NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE

O gaúcho aprende desde piazito porquê o chimarrão se chama também mate amargo ou, mais intimamente, amargo apenas. Mas se tu és de outros pagos, mesmo sabendo, poderá achar que é amargo demais e cometer o maior sacrilégio que alguém pode imaginar nesse pedaço do Brasil: pedir açúcar. Pode-se pôr água, ervas exóticas, cana, frutas, cocaína, feldspato, dollar, etc… mas jamais açúcar. O gaúcho pode ter todos os defeitos do mundo, mas não merece ouvir um pedido desses. Portanto, tchê, se a erva-mate te parece amarga demais, não hesites, pede uma coca-cola com canudinho. Tu vais te sentir bem melhor.

2 – NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO

Tu podes achar que é anti-higiênico pôr a boca onde todo mundo põe. Claro que é. Só que tu não tens o direito de proferir tamanha blasfêmia em se tratando de chimarrão. Repito: pede uma coca-cola de canudinho. O canudo é puro como a água de sanga (pode haver coliformes fecais e estafilococos dentro da garrafa, não nele).

3- NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS

Se todos estão chimarreando sem reclamar da temperatura da água, é porque ela é perfeitamente suportável por pessoas normais. Se tu não és uma pessoa normal, assume tuas frescuras (caso desejes te curar, recomendamos uma visita ao analista de Bagé). Se, porém, te julgas perfeitamente igual aos demais, faze o seguinte: vai para o Paraguai. Tu vai adorar a erva-mate de lá.

4 – NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE

Apesar da grande semelhança que existe entre o chimarrão e o cachimbo da paz, há diferenças fundamentais. Como o cachimbo da paz, cada um dá uma tragada e passa-o adiante, já a erva-mate não. Tu deves tomar toda a água servida até ouvir o ronco da cuia vazia. A propósito, leia logo o mandamento abaixo.

5 – NÃO TE ENVERGONHES DO “RONCO” NO FIM DO MATE

Se, ao acabar o mate, sem querer fizer a bomba “roncar”, não te envergonhes. Está tudo bem, ninguém vai te julgar mal-educado. Esse negócio de chupar sem fazer barulho vale para a coca-cola com canudinho que tu podes até tomar com o dedinho levantado (fazendo pose de assumida).

6 – NÃO MEXAS NA BOMBA

A bomba de chimarrão pode muito bem entupir, seja por culpa dela mesma, da erva ou de quem preparou o mate. Se isso acontecer, tens todo o direito de reclamar. Mas por favor, não mexas na bomba. Fale com quem te passou o mate ou com quem lhe passou a cuia. Mas não mexas na bomba, não mexas na bomba e, sobretudo, não mexas na bomba.

7 – NÃO ALTERE A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO

Roda de chimarrão funciona como cavalo de leiteiro. A cuia passa de mão em mão, sempre na mesma ordem. Para entrar na roda, qualquer hora serve, mas depois de entrar, espera sempre a tua vez e não queiras favorecer ninguém, mesmo que seja a mais prendada prenda do estado.

8 – NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O PRIMEIRO MATE

Se tu julgas o dono da casa um grosso por preparar o chimarrão e tomar ele próprio o primeiro mate, saibas que o grosso és tu. O pior mate é o primeiro, e quem toma está te prestando um favor.

9 – NÃO DURMAS COM A CUIA NA MÃO

Tomar mate solito é um excelente meio de meditar sobre as coisas da vida. Tu mateias sem pressa, matutando… E às vezes te surpreendes até imaginando que a cuia não é cuia, mas o quente seio moreno daquela chinoca faceira que apareceu no baile do Gaudêncio… Agora, tomar chimarrão numa roda é muito diferente. Aí o fundamental não é meditar, mas sim integrar-se à roda. Numa roda de chimarrão, tu falas, discutes, ris, xingas, enfim, tu participas de uma comunidade em confraternização. Só que essa tua participação não pode ser levada ao extremo de te fazer esquecer a cuia que está na tua mão. Fala quanto quiseres mas não esqueças de tomar o teu mate que a moçada tá esperando.

10 – NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA

Pode até dar. Mas não vai ser tu, que pela primeira vez pega na cuia, que irás dizer com ar de entendido, que a erva-mate é cancerígena. Se aceitaste o mate que te ofereceram, toma e esqueces o câncer. Se não der para esquecer, faz o seguinte: pede uma coca-cola com canudinho que ela etc… etc…”
Pércio de Moraes
via erva-mate.com

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As pilchas, acessórios e chapéus usados pelas boqueiras e pelegos que fizeram parte da decoração foram cedidos pela Casa do Gaúcho (Rua do Acampamento, 285 Centro de Santa Maria).

As cuias e facas foram cedidas pela Lojas Gaiger Ótica, Joias e Relógios (Rua Doutor Bozano, 1293 e Rua do Acampamento, 352).

 

Isto é um publieditorial.

 

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Cultura

Dica de livro: Palavras de Poder v. 1 – Entrevistas instigantes com grandes mestres do Brasil

Em nova edição, o primeiro volume de Palavras de Poder traz a versão revista e ampliada da elogiada obra do jornalista Lauro Henriques Jr., publicada originalmente em 2011, na qual o autor consolida seu trabalho de extrair a sabedoria de grandes nomes da espiritualidade e do autoconhecimento através de entrevistas instigantes. Neste volume, estão presentes os ensinamentos de mestres brasileiros de renome como Leonardo Boff, Monja Coen, Divaldo Franco, Professor Hermógenes, Lia Diskin, José Ângelo Gaiarsa, Alex Polari, Artur Andrés, Dom Pedro Casaldáliga, Gudrun Burkhard, Chandra Lacombe, Roberto Otsu, Ian Mecler e Susan Andrews.

Sobre a obra:

A trilogia Palavras de Poder traz as entrevistas que o escritor e jornalista Lauro Henriques Jr. fez com alguns dos principais nomes da espiritualidade e do autoconhecimento no Brasil e no mundo hoje. As conversas são apresentadas de forma profunda e, ao mesmo tempo, fácil de ler, revelando a essência da sabedoria do interlocutor e como esse conhecimento pode ser colocado em prática nos mais variados campos da vida, como os relacionamentos afetivos, a família e a carreira. Mais do que pensamentos, o que se encontra em Palavras de Poder são “caminhos, novas possibilidades de ser e de se colocar no mundo”.

Nesse sentido, a obra abarca uma ampla gama de tradições e técnicas, reunindo personalidades de peso que vão desde o médium Divaldo Franco e o escritor Leonardo Boff até um dos principais nomes da yoga no Brasil, o Professor Hermógenes, e o psicoterapeuta José Ângelo Gaiarsa. Uma das entrevistadas no livro, a Monja Coen sintetiza bem o espírito da obra: “Existe uma sabedoria que nos dá um bem-estar muito grande, de saber que estamos fazendo o nosso melhor, que não estamos economizando a nossa capacidade, a nossa vida. Nosso propósito maior é tornar esse conhecimento acessível a todas as pessoas, e é este o propósito deste livro”.

Com formato dinâmico, o livro é recheado de histórias saborosas, de contos e lendas que dão vida aos ensinamentos ali apresentados. Além das entrevistas individuais, a obra conta ainda com a seção “Mesa Redonda”, um diálogo inédito em que cada entrevistado responde a uma pergunta elaborada por outra personalidade do livro, o que cria conversas inusitadas e interessantíssimas.

Assim como há vários caminhos possíveis em uma jornada de transformação, também não há uma forma correta de ler o livro: do início ao fim, de trás para a frente, uma entrevista selecionada ao acaso. Não importa o trajeto, o leitor sairá transformado, renovado, do percurso.

 

Pontos de destaque:

  • Possui 14 entrevistas com alguns dos principais mestres do autoconhecimento do Brasil: Monja Coen, Professor Hermógenes, Divaldo Franco, Ian Mecler, José Ângelo Gaiarsa, Lia Diskin, Alex Polari, Dom Pedro Casaldáliga, Artur Andrés, Gudrun Burkhard, Chandra Lacombe, Susan Andrews, Roberto Otsu e Leonardo Boff.
  • Não há regras de leitura ou conhecimentos prévios exigidos do leitor. É uma obra dirigida a todas as pessoas abertas a novas visões de mundo e que, ao mesmo tempo, desejam descobrir mais sobre si mesmas;
  • Os entrevistados são oriundos das mais diversas áreas do conhecimento, e os diferentes pontos de vista tornam a leitura ainda mais enriquecedora;
  • Traz uma extensa lista de sugestão de leitura, com obras que dão continuidade e ampliam as discussões abordadas nas entrevistas, para o leitor continuar sua jornada de busca pelo autoconhecimento.

 

Sobre o autor:

Lauro Henriques Jr. nasceu em Belo Horizonte (MG) e vive em São Paulo. Como jornalista, trabalhou em alguns dos principais veículos do país, tendo sido editor da revista Superinteressante, do Almanaque Abril e da Revista das Religiões, publicação da Editora Abril voltada para o universo da espiritualidade e do autoconhecimento. Tem oito livros publicados – um deles já traduzido para o espanhol. Entre suas obras, destaca-se a trilogia Palavras de Poder (Alaúde), assim como o livro infantil O Segredo do Anel (Tordesilhinhas), com ilustrações de Ionit Zilberman, e o livro de poemas em prosa fragmentos do sol chuvoso (Ateliê Editorial), com prefácio de Jorge Mautner e apresentação de Ignácio de Loyola Brandão.

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Cultura, Moda

Tradição e costumes: indumentária e artigos de caracterização dos gaúchos

1 foto de aberturaO hábito do chimarrão é antigo entre os gaúchos. É servido nas cidades e no campo; pode ser uma bebida de consumo doméstica, consumida individualmente, inclusive para relaxar ao final de uma jornada de trabalho, ou servida para receber as visitas. É comum no Rio Grande do Sul as pessoas se reunirem em praças e parques para tomarem seu chimarrão, especialmente nos final de tarde, finais de semana e feriados, tornando-se uma bebida comunitária.
234A cuia usada pela Leila Moura é de aranha com pé de prata e a cuia usada pela Marlene Sager é de coquinho, ambas tem o bocal em prata em detalhas em ouro. Bombas em prata com chupeta em ouro, sendo uma delas com detalhes em rubi.
5A bomba que se conhece hoje era feita de pedaço de taquara. Essas da foto são também em prata com bocal em ouro e também possuem o símbolo dos cursos superiores e é um excelente presente de formatura.
6 7Outra tradição do gaúcho é o churrasco! E muitos gostam de se apresentar com facas bonitas e de boa qualidade iguais a essas em prata com detalhes em ouro.
8E para a prenda e o gaúcho ficar com a pilcha ajeitada uma boa opção são as fivelas em prata e ouro tornando a indumentária rica nos detalhes.
9O cinturão de origem espanhola virou peça da indumentária gaúcha. Com esse enfeite de metal na parte frontal fica um acessório sofisticado.
10Você está servido?

As pilchas das modelos e o pelego branco utilizado nessa publicação foi uma gentileza da Loja Casa do Gaúcho (Rua do Acampamento, 285 Centro – Santa Maria).

Você encontra as peças desse post na Gaiger Ótica, Joias e Relógios.

Rua Doutor Bozano, 1293 (Calçadão).Telefones: (55) 3026-0022
Rua do Acampamento, 352 / Telefone: (55) 3028-9700

 

Isto é um publieditorial.

Moda, Roupas

Preview Primavera&Verão: Cores e Tendências


Olá amores,

Há duas semanas o Blog +Comadre Lele teve a oportunidade de participar como colaborador e convidado no Preview Primavera & Verão: Cores e Tendências da Store Robsom da Costa
E hoje venho mostrar pra vocês tudo que nos foi apresentado pelo personal stylist nesse preview que abrangeu todas as novas tendências.

Tendências e Insights

As tendências dessa temporada primavera verão 2017 estão focadas em aspectos muitos mais espirituais, por isso a inspiração é buscada em festivais à beira mar, filmes antigos e em um oriente mais romantizado.
As roupas se apresentam criativas e engenhosas, como os grupos Latino Urbanos, glamourosos e descolados, como a Lapa carioca no início do século XX, e sofisticadas, como no filme Ex-Machina.
São peças mais sustentáveis e seguras que apresentam altas possibilidades de combinações .

Cores Primavera Verão 2017
Para essa temporada os estilistas apostam de maneira pouco arriscada nas cores e em suas combinações.
Em comparação aos verões passados, são bem menos caricatas.

Os Comprimentos e Texturas da Moda Primavera Verão 2017

Outro aspecto apresentado nesta temporada é o retorno do comprimento midi, porém sem deixar de lado os looks curtos ou mais compridos.
Quanto ao caimento, shapes folgadinhos são a aposta da temporada. O conforto vai predominar, com no máximo uma cintura marcada.
É tendência que muitos looks tragam trabalhos manuais, ricos bordados feitos de diferentes materiais.

Resumindo…

  • Peças florais ou bordadas são muito bem vindas.
  • Jeans e mais jeans
  • Transparências
  • Muitos vestidos
  • Cintura marcada com uma fita ou cinto grosso
  • Preto, preto e mais preto com todas as cores em especial com o branco.


As 10 peças chaves da estação:

  1. Slipe dress
  2. Top com babados
  3. Túnicas
  4. Vestidos estilo avental
  5. Colete
  6. Maxi calças
  7. Top Bardot (ombro a ombro)
  8. Gargantilha
  9. Bolsa sacola
  10. Sandália de Tira

Espero que vocês tenham gostado desse Preview tão bem elaborado pelo antenado personal stylist Robsom da Costa que, confiou no trabalho do Blog e, disponibilizou esse material para que pudesse ser passado à vocês em primeira mão.

Vamos amar saber suas opiniões a respeito das novas tendências.

Beijokas da Lelê!

 

Este post foi uma colaboração da blogueira Leniane Faião.

Acompanhe o blog Comadre Lelê.

A loja Robsom da Costa está situada na Rua Vale Machado 1636, Santa Maria.