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Harmonização facial: desvendando os códigos para o rejuvenescimento!

Gabrielle                  O conceito de um rosto bonito tem se modificado ao longo do tempo, com as pessoas valorizando muito mais a questão da harmonia facial do que a de um rosto com traços perfeitos. Existem vários estudos que apontam para a harmonia facial, e o mais falado deles é o estudo da “Proporção Áurea”, uma fórmula matemática utilizada em vários campos, como o das artes, que atua de maneira subliminar no senso estético da pessoa que está apreciando uma obra em geral ou até mesmo um rosto em particular.

        A perda do volume é um componente fundamental no processo do envelhecimento facial, considerando-se que uma pessoa jovem exibe volumes e contornos bem definidos que se combinam harmonicamente. Os fatores que contribuem para o envelhecimento facial se referem, por exemplo, à perda de gordura e à remodelação óssea.

               Os primeiros sinais do envelhecimento facial aparecem nos olhos (ficam mais fundos) e nos sulcos do canto da boca. Em pessoas jovens, a harmonização é feita em apenas um ponto de sustentação, com os pontos aumentando com o decorrer da idade. Essa técnica foi desenvolvida para reforçar a percepção de que cada unidade estética facial (por exemplo, bochecha, queixo, lábios…) compreende subunidades que irão recriar uma arquitetura facial mais natural e desejável para nossos pacientes.

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              A partir da harmonização facial, conseguimos sistematizar os planos de tratamento e entender melhor a complexidade da face humana com reposição de ácido hialurônico em locais específicos. O ácido hialurônico é uma substância produzida pelo nosso organismo e, consequentemente, absorvida naturalmente pelo corpo. Alguns dos locais indicados para restaurar o volume e proporcionar o suporte ósseo com reposição de ácido hialurônico são:

– Terço Médio: olheira, bochecha, arco zigomático (“top model look”);

– Terço Inferior: contorno facial, queixo.

               Para fornecer correções adequadas às mudanças decorrentes do envelhecimento no rosto dos pacientes, cabe ao dermatologista planejar uma abordagem que atenda cada um com base em sua necessidade individual. Sendo assim, o belo nem sempre é simétrico, mas pode ser harmônico, ou seja, proporcional.

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               Natural de Santa Maria, a Dra. Gabrielle Adames é médica pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com pós-graduação no Instituto de Dermatologia Professor Rubem David Azulay, Rio de Janeiro, e fellowship em Nápoles, Itália. Além dos cuidados com a saúde geral da pele, a médica é especialista em Dermatoscopia -exame diagnóstico do câncer da pele -, Cosmiatria – área dedicada ao tratamento e prevenção de alterações estéticas na pele – e Tricologia – área dedicada ao cabelo e nova no Brasil, onde atende pacientes com alterações no couro cabeludo e realiza procedimentos como a “intradermoterapia capilar”, estimulando o crescimento dos fios.

 

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Coaching de emagrecimento: você já ouviu falar?

 

Você está satisfeito com seu corpo? Com sua vida? Que nota, de 1 a 10, você dá para a sua vida em geral hoje? O que falta para chegar a 10? Essas são as primeiras perguntas que se houve quando se entra no Treinamento Emagreça com Prazer, que promete emagrecimento rápido (em 90 dias) e de forma definitiva, sem bariátrica ou química. Você acredita que pode mudar seu corpo (e sua vida) em apenas 90 dias? Acredite: isso é possível, sim!

A WAC & Parceiros, empresa de Porto Alegre, aplica o coaching de emagrecimento em diversas cidades do interior do RS. São turmas de 45 pessoas, aproximadamente, que se reúnem semanalmente durante 12 semanas. Durante esse período, são ouvidas palestras e depoimentos dos participantes. Também, técnicas de programação neurolinguística são aplicadas, além de uma dieta saudável, assinada por uma nutricionista.

A mudança é radical e existem metas individuais e coletivas a serem cumpridas.  Os benefícios são percebidos já nas primeiras semanas e o resultado da balança é fato. São 11 semanas que vão mudar a sua vida em todos os sentidos.

Meu marido, que estava entre um milagre e uma bariátrica, pois estava pesando quase 140kg, optou pelo ‘milagre’. Em 90 dias, reduziu mais de 30kg e hoje, já terminado, alcançou os desejados 78kg. Ganhou em qualidade de vida! Foram 6,5 meses de dieta. Atualmente, está correndo rústica, algo completamente impensável há 6 meses atrás.

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Na sequência, eu fiz o treinamento. Durante o coaching, eliminei 15,1kg. Meu objetivo final é 64kg. Ainda continuo em dieta para chegar lá e daí poder voltar a comer livremente de novo. Faltam, hoje, 08/10/2017,  2,4kg para isso.

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Estamos muito felizes com o resultado que já obtivemos. Para comemorar nossas conquistas, fizemos um book em Ouro Preto (Foto by Ane Souz).

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Ficou interessada? Veja mais na página do facebook do Treinamento Emagreça com Prazer. Lá você poderá assistir a um vídeo em que o Willian, o coach, apresenta o programa e fotos de outras pessoas que já participaram do coaching. Acredite: você consegue!

 

 

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O que falta para o Brasil doar mais sangue?

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Conhecidos mundialmente pela simpatia com que tratam o visitante estrangeiro, os brasileiros são menos solidários com seus semelhantes ─ pelo menos quando o assunto é doar sangue.

Dados da ONU apontam que o Brasil, apesar de coletar o maior volume em termos absolutos na América Latina, doa proporcionalmente menos do que outros países da região, como Argentina, Uruguai ou Cuba.

As estimativas, referentes ao período entre 2012 e 2013 e obtidas com exclusividade pela reportagem da BBC Brasil, fazem parte de um estudo ainda não publicado pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), braço da OMS (Organização Mundial de Saúde) nas Américas.

Quando se analisa a totalidade de doações no continente americano, o país também fica atrás de Estados Unidos e Canadá.

O estudo também revela outra particularidade da doação de sangue no Brasil: seis em cada dez doadores (59,52%) são voluntários (ou espontâneos, aqueles que doam com frequência sem se importar com quem vai receber o sangue), proporção inferior à de Cuba (100% são voluntários), Nicarágua (100%), Colômbia (84,38%) e Costa Rica (65,74%).

O restante (40,48%) é formado por doadores de reposição, ou seja, aqueles que doam por razões pessoais (quando um amigo ou parente precisa de sangue). Especialistas da área dizem preferir os doadores voluntários aos de reposição pois conseguem ter maior controle sobre a procedência e qualidade do sangue.

Segundo o Ministério da Saúde, no ano passado, foram coletadas 3,7 milhões de bolsas de sangue, 200 mil a mais do que em 2013 ─ uma alta de 4,55%. Já as transfusões cresceram 6,8% no período (3,3 milhões em 2014 contra 3 milhões em 2013).

Ainda assim, em termos gerais, somente 1,8% da população brasileira entre 16 e 69 anos doam sangue ─ a ONU considera “ideal” uma taxa entre 3% a 5%, caso do Japão, dos Estados Unidos e de outras nações desenvolvidas.

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Isso não significa, por outro lado, que o Brasil doe “pouco”, mas sim que poderia “doar mais”, argumentam especialistas do setor da saúde à BBC Brasil.

“Não há notícia de que está faltando sangue ou de que cirurgias estão sendo suspensas por causa disso”, diz Dimas Tadeu Covas, diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto. “Mas sem dúvida alguma as doações poderiam aumentar, especialmente em períodos do ano em que o ritmo delas se reduz significativamente”, acrescenta.

A meta agora, segundo o Ministério da Saúde, é ampliar o número de doações dos atuais 1,8% da população para algo em torno de 2,2% a 2,3% nos próximos cinco anos.

Mas para alcançar tal objetivo será preciso enfrentar desafios que ainda atravancam o potencial das doações. Um deles é a Falta de conscientização

Especialistas apontam a falta de conscientização da população como um dos principais limitadores para o aumento da doação de sangue no Brasil.

Eles defendem que campanhas de incentivo à doação sejam feitas desde os primeiros anos de vida e que o assunto seja discutido nas escolas para reverter o atual cenário.

“O Brasil não se prepara para captar o doador desde criança. Sem essa política, não construímos o doador do futuro. É preciso formarmos doadores com responsabilidade social real”, opina Yêda Maia de Albuquerque, presidente do Hemope (Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco), o principal do Nordeste brasileiro.

Yêda queixa-se da falta de doadores voluntários, ou seja, aqueles que doam frequentemente sem se importar com quem vai receber o sangue.

“Tenho muita doação de reposição (pessoas que doam para parentes e familiares em caso de urgência), o que não é ideal. Já o doador voluntário aumenta a qualidade do produto que a gente oferece, pois conseguimos monitorá-lo”, acrescenta.

Para Tadeu, da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, o entendimento de que a doação de sangue seja um ato “social e contínuo” ainda não está totalmente presente na mentalidade do brasileiro.

“É preciso um esforço educacional em escolas e por meio de campanhas públicas para garantir que as pessoas entendam a necessidade e se disponham a doar sangue regularmente”.

Além disso, de acordo com os especialistas, muitas pessoas ainda buscam doar sangue com o intuito de “obter vantagens”.

“Tem gente que vem aqui com o simples objetivo de ganhar o dia de folga ─ previsto em lei. Ou mesmo para fazer um exame laboratorial e confirmar se tem alguma doença, como o HIV (vírus que transmite a Aids)”, admite Joselito Brandão, diretor médico do Instituto HOC de Hemoterapia, ligado ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Quais os requisitos para doar sangue?

  • Estar em boas condições de saúde e descanso;
  • Ter entre 16 e 69 anos (menores, a partir dos 16 anos podem doar acompanhados de um dos pais ou responsável legal; maiores de 65 anos só podem doar se já doaram antes dos 60 anos);
  • Pesar no mínimo 50 kg;
  • Estar alimentado (evite ingerir alimentos gordurosos);
  • Apresentar documento oficial de identidade com foto;
  • Não ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
  • Não estar utilizando medicamentos;
  • Não estar resfriado ou com gripe;
  • Não ter tido doença de Chagas, Sífilis, Malária ou ser soropositivo de AIDS;
  • Não ter feito tatuagem ou colocado piercing nos últimos 12 meses;
  • Não estar grávida ou amamentando.

               As Mulheres Donas de Si em parceria com o Serviço de Hemoterapia de Santa Maria, lançaram em comemoração o Dia Internacional da Mulher uma campanha, para ambos os sexos, visando a Doação de Sangue durante todo o mês de março.

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Informações:
Serviço de Hemoterapia de Santa Maria – anexo ao Hospital de Caridade – 2º andar (entrada pela Rua Floriano Peixoto)
Horário: das 08 as 14 Fone: 55.3221 2999
Procure os serviços especializados em sua cidade.
Diga que recebeu esse convite das Mulheres

 

FONTE:

Luís Guilherme Barrucho – @luisbarruchoDa BBC Brasil em Londres

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150812_sangue_doacoes_brasil_lgb