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Coluna Estefânia Adams

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USO DO TELEFONE EM REUNIÕES E EVENTOS!

 

Foto Marcelo Kuczura (1)

Se existe uma coisa que facilita a nossa vida e o nosso dia-a-dia é a tecnologia, especialmente a que você carrega no bolso ou na bolsa: o seu smartfhone. Com ele é possível estar em vários lugares ao mesmo tempo, com quantas pessoas você quiser, interagindo, compartilhando, conhecendo, buscando, trocando conhecimento, informação ou diversão. Mas o fato é que o uso deste aparelho merece alguns cuidados especiais, tanto no seu ambiente social quanto no seu ambiente profissional.

Se no dia-a-dia do seu trabalho o uso do celular pessoal deve seguir algumas regras, é durante as reuniões de trabalho que precisamos ter todo o cuidado possível com o seu uso e manuseio. Geralmente, reuniões tem pauta determinada e servem para discutir ou apresentar determinado assunto ou ação.          Durante as reuniões, sua atenção dever estar voltada unicamente para o que ali está sendo tratado, ainda mais quando dela participa algum cliente seu. É para ele e sobre ele que estão falando? É exclusivamente para ele que a sua atenção deve estar voltada. Então, se você é daquelas pessoas que fica verificando toda hora se há mensagens novas ou atualizações em suas redes sociais, o telefone deve ser desligado. Eu disse des-li-ga-do! Caso você resista não olhar para ele durante o tempo de duração da reunião, abaixe o volume de toque. Mas abaixe totalmente, ou seja, deixe-o sem som para não correr o risco de ouvi-lo tocando no meio da reunião – você, seu cliente e todos os presentes. Telefone somente em modo vibrar. Atendê-lo? Nunca! Somente em casos de urgência. E urgência é somente aquilo que requer solução imediata.

Atualmente, muitas empresas têm proibido o uso de telefones durante reuniões de trabalho e negócio. Os aparelhos são deixados do lado de fora da sala. É preciso entender que esta é a forma encontrada para manter seus colaboradores atentos aquilo que será tratado. Dispersão em trabalho custa dinheiro para a empresa. Pense nisso! E pense também que você não gostaria de estar falando com alguém ou para alguém que estivesse com sua atenção voltada para o celular e não para você. Este último vale para o profissional e para o pessoal.

O uso do aparelho em eventos segue quase as mesmas regras. Porém, você poderá deixá-lo ligado em eventos sociais e empresariais. E até poderá atendê-lo, mas isso depende do tipo de evento. Mas atenção: se for um evento tipo plateia, eventos com cerimoniais, espetáculos teatrais, jamais deixe-o ligado. Jamais! Deixar seu telefone tocar nestas ocasiões é imperdoável!

Importantíssimo lembrar que não são todos os eventos em que são permitidos fotos e filmagem, recurso este tão utilizado ultimamente. Se esta for a regra, por favor, respeite-a! Se estiver liberado ou mesmo se o evento for mais despojado, use o bom senso sempre. Na hora das fotos, não vire o centro das atenções. A não ser que você realmente seja o centro das atenções. Na hora da filmagem, nunca, mas nunca vire parte do cenário, com sua silhueta, na maioria das vezes em pé e de costas para os demais convidados, interferindo ou compondo a cena.

Eu sei o quanto, muitas vezes, atender ligações, fazer fotos e filmagem usando seu celular são irresistíveis. Uma selfie, então! Quem nunca? Mas vá com calma! Vá com cuidado! Bom senso vale ouro! E a sua imagem.

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EDUCAÇÃO E RESPEITO VÃO ALÉM DA ETIQUETA. E FAZEM TODA A DIFERENÇA

                  foto 10               Foto: Guilherme Schorn.

               Tenho insistido aqui em alguns pontos que mais passam por etiqueta e comportamento do que por Relações Públicas, propriamente dito. Mas as observações dos últimos tempos me fazem querer abordar alguns temas bastante delicados e, desta vez, talvez polêmico. Se no post anterior falei sobre as conversas durante pronunciamentos, neste falarei sobre “comer” durante o cerimonial.

              Pouco mais de um mês atrás, durante evento em um cliente que tem muito destaque em seu segmento, fui surpreendida com a postura e comportamento de alguns poucos convidados. Na ocasião estava previsto um cerimonial seguido de serviço de coquetel. Optamos por montar um buffet na bancada do espaço, servindo de apoio ao serviço volante. No meio dos pronunciamentos, chegaram alguns convidados atrasados que se dirigiram diretamente para a bancada, começando a servir-se e conversar como se estivessem na sala de suas casas. Aguardei alguns instantes e, como não percebi nenhuma intenção dos convidados em manter silêncio e aguardar o início do serviço, me dirigi ao coordenador da equipe de garçons que estava próximo do local e pedi que arrumasse o buffet – que a estas alturas já estava totalmente remexido, pois em instantes daríamos início ao serviço de coquetel. É claro que, estrategicamente, permiti que os poucos convidados – 4, na verdade – ouvissem a minha ordem. Um deles me perguntou: – não era para comer? Ao que respondi: – é claro que sim! Vamos iniciar o serviço em breve.

            E nem isso foi o suficiente para encerrar de vez aquela situação que entendi constrangedora. Constrangedora não para mim, nem tanto para os demais convidados, mas muito mais para os protagonistas da cena.

                   Indiferentes ao meu recado, incapazes de observar que todos os presentes estavam respeitosamente ouvindo os pronunciamentos dos anfitriões, cegos ao fato de que não havia garçons circulando durante este momento (como deve ser quando há pronunciamentos), o grupinho seguiu atacando o recém recomposto buffet.

         O que quero dizer com isso é que, independente da sua vontade, existe uma ordem natural no andamento dos eventos e é fundamental respeitá-la. Mas, antes de mais nada, existem questões de educação e respeito, principalmente em ambientes compartilhados socialmente. Educação na sua forma de agir, de falar, de se conduzir, de se portar. E respeito com os outros convidados, com quem está a sua volta. Respeito com o seu anfitrião.

                 Na dúvida, pare e observe: as outras pessoas estão comendo? estão bebendo? estão conversando?

            Um beijo. E obrigada pela leitura!10

Estefânia Adams, Relações Públicas.

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Pronunciamentos!

 

Jantar_Todeschini         Jantar no La Table D’Or Mediterranée, em Gramado, durante Tour Todeschini S.A., programa direcionado para arquitetos. Foto Silvia Tonon.

          Há pouco tempo presenciei aquilo que considero muito mais que desconhecimento sobre postura e comportamento em eventos. Confesso que foi um daqueles casos que me fazem quase que interferir, mas contenho a minha intenção uma vez que estou participando enquanto convidada e não em trabalho.

            Ao receber seus convidados, muitas vezes o anfitrião faz um pronunciamento, seja de boas-vindas, de agradecimento, de apresentação ou qualquer outra intenção. O fato é que, nesta hora, todas as pessoas presentes, sem exceção, devem ficar em silêncio, demonstrando um mínimo de interesse e atenção àquele que lhe fez o convite e está recebendo em sua casa, em seu local de trabalho, no salão de festas ou em qualquer outro lugar previamente determinado. Volto a lembrar o que comentei em uma postagem anterior: “Afinal, o que significa recebermos um convite para um evento? Seja ele social ou empresarial, seja ele de que natureza for, a primeira coisa que devemos pensar é que, por algum motivo, alguém nos escolheu para que fizéssemos parte daquele momento. E seja qual for o motivo desta escolha – relação pessoal, profissional, de trabalho, familiar, etc. – passamos a fazer parte de uma seleta lista de convidados, afinal, ninguém faz um evento convidando todas as pessoas de sua relação. Então, é preciso enxergar o valor que está agregado no recebimento de um convite e a importância que temos para quem o emitiu – em RECEBENDO UM CONVITE – O QUE VEM JUNTO COM ELE.

            Transcrevo este recorte para lembrar que quando estamos participando de um evento existe uma intenção sobre o convite endereçado a você, portanto, devemos ter – e dar – atenção ao anfitrião e a tudo que está acontecendo no decorrer da ocasião. E é fundamental que tenhamos atenção especial durante pronunciamentos, quando as conversas devem cessar imediatamente e toda a atenção deve estar voltada para quem está falando. É uma questão de respeito, cortesia, delicadeza…educação! Não é tão incomum perceber grupos em conversas animadas ou um convidado que insiste em falar durante pronunciamentos, mesmo que seu interlocutor permaneça calado. Nestas horas não há muito o que fazer, mas cabe ser dito, da forma mais gentil possível: –Vamos prestar atenção! Ou: -Vamos ouvir “fulano (a)? ”. Afinal, mesmo que você não tenha a mínima vontade de ouvir o que seu anfitrião tem a dizer, tenha certeza que outros convidados estão loucos para ouvi-lo, torcendo para um bom discurso de interação e prontos para aplaudi-lo no final.

            Confesso que quando estou a trabalho, estas situações são resolvidas com uma solicitação de silêncio “ao pé do ouvido” de quem está conversando. E se mesmo assim isso não resolver o problema, um pedido mais objetivo será feito. Se tem uma coisa que me deixa incomodada é ver pessoas conversando enquanto alguém se pronuncia durante um evento. Deixe a conversa para depois! Neste momento não há nada mais importante do que ouvir, apenas ouvir…e aplaudir.5124-0048-0415Estefânia Adams, Relações Públicas!

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EVENTOS EMPRESARIAIS E EVENTOS SOCIAIS!

IMG_6583Evento de inauguração da loja conceito da Todeschini Santa Maria! Foto: Guilherme Schorn

               Existem diferenças básicas entre os eventos sociais e os eventos empresariais. Enquanto o primeiro reúne, em geral, familiares e amigos do anfitrião, o segundo pode ser nomeado de diferentes maneiras (congresso, conferência, seminário, convenção e outros tantos), trata do mundo dos negócios e trabalha com colaboradores, clientes e outros tantos públicos de interesse de uma empresa ou organização. Sem detalhar questões técnicas, a intenção é abordar, rapidamente, algumas diferenças entre os dois, considerando minha experiência no atendimento aos clientes da agência em que trabalho.

            Nos últimos tempos, em função das mudanças e transformações na forma como as empresas se relacionam com seus clientes, vemos cada vez mais a necessidade de trazê-los para perto, conhecê-los, saber de suas necessidades e vontades. E uma das maneiras mais eficazes para isso é reuni-los no nosso local de negócio. Inaugurações e lançamentos são grandes oportunidades para isso!

                Porém, devemos considerar que, enquanto nos eventos sociais estamos entre amigos, a bebida e a comida são fartas, a decoração cuidadosa, a descontração intensa (rimos muito, conversamos muito, dançamos muito…e muitas vezes bebemos muito); nos eventos empresariais decoração é item opcional e não deve ser carregada, bebida e comida são complementos e devemos estar sempre atentos em manter uma postura e comportamento adequados ao ambiente de trabalho.

Rir alto jamais, falar alto tampouco, exigir fartura em bebida e comida nem pensar! As raras exceções são os famosos eventos de final de ano ou importantes datas quando as empresas investem na realização de comemorações mais incrementadas. Mas lembre-se: jamais, jamais beba em excesso em qualquer que seja o evento empresarial!!

               Acho bacana dizer que quando falo aqui em evento empresarial, estou me referindo, de forma bastante resumida, ao acontecimento que se aproveita para atrair a atenção do público e da imprensa para a empresa, para informá-los, para estreitar os laços de relacionamento, para conquistá-los. Assim, existe uma grande diferença entre organizar eventos sociais e planejar eventos empresariais.

               Aproveito para lembrar que os profissionais das relações públicas, como eu, que são pessoas que cursaram Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas e, entre tantos conteúdos,  estudaram planejamento, produção e organização de eventos, apesar de trabalharem e terem incluídos em seus contatos muitos fornecedores de buffet, decoração, sonorização, iluminação e tantos outros “itens de festa”, não são organizadores de eventos e muito menos responsáveis por coqueteis. São profissionais que, entre suas diversas funções, se utilizam dos eventos como poderosa e estratégica ferramenta de comunicação entre uma empresa e seus diferentes públicos. Por isso mesmo que transitam muito bem na organização ou no planejamento de qualquer tipo de evento, seja ele social ou empresarial. 

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  As fotos que ilustram as postagens desta coluna são de trabalhos realizados por mim.

 

 

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EVENTOS EM TEMPO DE CRISE? SIM OU NÃO!

 

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Realizar eventos exige um planejamento que considere, entre outros, o orçamento disponível. Especialmente em tempos de crise, com orçamentos cada vez mais apertados. Mas isso não quer dizer que a sua festa não possa ser linda e muito divertida, mesmo sem alguns itens que hoje parecem indispensáveis para que tudo saia perfeito.

Já comentei rapidamente por aqui sobre os exageros que, muitas vezes, vimos na produção para realização de formaturas, casamentos, aniversários e outros tantos tipos de comemoração. O fato é que existem alguns atributos fundamentais para que uma festa possa ser inesquecível e, com certeza, a ostentação não faz parte deles. O que deve imperar é o clima de alegria, a fluidez no andamento (com um bom cerimonial) e um cuidado na apresentação dos serviços.

Uma festa chique não é somente aquela em que a bebida é a mais cara e a comida a mais elaborada. Uma festa chique é aquela em que todos os convidados se sentem bem e felizes. Espumante vai pesar no orçamento?! Você não é obrigado a servi-lo. Faça apenas um brinde com essa bebida e, durante a festa, sirva com capricho a bebida que seu orçamento comportar.

Uma festa chique não é somente aquela que tem a contratação de inúmeros fornecedores e serviços, muitos itens decorativos e todas as novidades que apareceram no mercado nos últimos tempos. Uma festa chique é aquela que tem o jeito e a personalidade do anfitrião e que foi pensada para bem receber todos os convidados. Doces elaborados ficarão caros dentro do seu orçamento? Sirva brigadeiros! Tenho certeza que parecerão os melhores e mais incríveis doces do mundo se você pensar em uma maneira bem charmosa e bonita de servi-los! Ou uma receita de doce de família, como aquele pudim da vó. Coloque uma plaquinha informando “Receita da Vó Maria”, por exemplo. Isso coloca um pouco da história da família na festa e fica muito elegante, podem ter certeza!

Em uma festa chique, o detalhe está na simplicidade. Na simplicidade de bem receber, na espontaneidade de cada gesto, na autenticidade na maneira de se conduzir. Então, mesmo que seu orçamento seja bem apertado, é possível sim realizar o seu evento e torná-lo inesquecível para você e seus convidados. Lembre-se: quem faz o clima de qualquer festa são sempre as pessoas! E quem dá o tom é sempre o anfitrião. Então, preocupe-se mais em demonstrar aos seus convidados que a maior beleza da festa é poder reuni-los…e aproveite para se divertir…aproveite muito!

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Estefânia Adams, Relações Públicas!

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APRESENTAÇÕES E CUMPRIMENTOS

Leila Moura, Mulheres Donas de Si (1)               Confesso que este não era o tema desta postagem, mas resolvi atender a um pedido e comentar um pouco sobre apresentações e cumprimentos. Não vou me estender nas regras formais, pois estas estão disponíveis em arquivos e manuais que podem ser pesquisados, inclusive, na Internet. Caso queiram ler sobre o assunto, sugiro que verifiquem a fonte para ter certeza de que as informações são corretas e seguem as regras da etiqueta formal. A Internet é recheada de conteúdo sobre o tema, mas nem todos estão embasados em conhecimento.

               O que motivou esta abordagem, porém, foram os vídeos e imagens divulgados durante a posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em especial sobre situação envolvendo Michelle Obama e Melania Trump.  Em um determinado momento, o casal Obama aguardava a chegada de Donald Trump e sua esposa na porta da Casa Branca. Postados ao pé da escada, assistiram Trump descer do carro sem esperar por sua esposa, se dirigir a eles e, de imediato, iniciar os cumprimentos. Melania, visivelmente sem jeito, sai do automóvel depois que o marido, sobe as escadas e também inicia os cumprimentos, presenteando em seguida Michelle.  De costas para a esposa, Donald Trump praticamente ignora a presença da mulher. Mesmo que a regra diga que os homens cumprimentam-se primeiro e a seguir apresentam suas acompanhantes, o que vimos foi Melania chegando sozinha – com o marido de costas para ela – cumprimentando primeiro Obama e logo depois Michelle. As imagens e vídeos que mostram esta descrição pipocaram nas redes sociais e em outros tantos canais, gerando as mais diversas discussões, incluindo memes.

               O fato é que, independente do cerimonial proposto – o mais rigoroso e competente possível, já que estamos falando na troca de presidência do mais poderoso país do mundo – Donald Trump, sem se importar com sua esposa, comportou-se como se estivesse sozinho. Melania, mesmo sendo uma mulher acostumada a transitar pelos lugares mais luxuosos do mundo, mostrou-se visivelmente insegura em sua condução. Coube a Obama e Michelle, acostumados com cerimônias oficiais e familiarizados com aquele ambiente, conduzirem a situação, com toda a naturalidade e elegância que lhes é peculiar.

             O que quero dizer com isso é que, com exceção das regras formais de etiqueta que devem ser mantidas sempre, com todo destaque para as regras de precedência, o importante é agir com naturalidade, sem nunca esquecer que cordialidade, gentileza e educação andam sempre juntas.  Eu resumiria dizendo: não parta para os exageros em fala, beijos e abraços esfuziantes. Deixe estes para a sua família e seus amigos mais íntimos. Mas não esqueça que gentileza e delicadeza no trato são sempre muito bem-vindos. Afinal, apresentar ou cumprimentar pessoas exige, na verdade, certa dose de atenção e todo o bom senso. Educação e cordialidade são palavras de ordem por aqui!! Ilustro isso com uma passagem de Glória Kalil (adoooro ela!!!) que diz: “É sempre o superior hierárquico quem dá o sinal. Se você for apresentado à Presidente da República, por exemplo, é ela quem vai sinalizar se beija ou não; no caso de duas pessoas da mesma idade e situação profissional, é a mulher que mostra se está a fim de cumprimentar com beijo ou se prefere ficar só no aperto de mãos.” 

               Mas lembre-se: como a posse de presidentes e outras autoridades não faz parte da nossa rotina, não seja tão rígido no cumprimento à etiqueta. Bom senso, educação, cordialidade e gentileza sempre!. E se tiver que beijar durante uma apresentação ou cumprimento, não evite pensando em regras formais. Seja natural, cordial, mantenha discrição e mostre que não existe nada melhor do que conhecer ou rever as pessoas.

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Estefânia Adams, Relações Públicas!

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