Cultura, Teatro

Nós Sempre Teremos Paris, com Françoise Forton e Maurício Baduh, é a atração do final do mês.

Sucesso de público e crítica Nós Sempre Teremos Paris, que tem o título inspirado na clássica frase da cena final de Casablanca, conta a história dos encontros e desencontros de um casal. As apresentações acontecem no Theatro Treze de Maio, nos dias 27 e 28 de julho com sessão às 20h em ambos os dias. Os ingressos custam R$50,00 para sócios do Theatro, Meia-entrada e Clube do assinante do Diário, R$80,00 antecipado para público geral e R$100,00 no dia do evento.paris

Ambientada num café no Boulevard Montparnasse, a peça de Artur Xexéo e direção de Jacqueline Laurence, com Françoise Forton, Maurício Baduh e mais 3 músicos ao vivo, é uma viagem romântico-musical, com toques de humor, pelo repertório francês mais amoroso do século XX. Em 60 minutos, os atores interpretam 16 canções francesas, entre elas “C’est si bom”, “La vie en rose” e até uma versão de “Garota de Ipanema”.

“Nós sempre teremos Paris é um musical de bolso, uma caixinha de música que conta a história de dois apaixonados, uma história delicada, intimista e absolutamente possível”, detalha Françoise. “Existe uma aproximação entre as culturas do Brasil e França, no que diz respeito ao pensamento, à poesia e ao sentimento”, diz a diretora Jacqueline Laurence, de nacionalidade francesa. “O texto foi escrito ao mesmo tempo em que eu escolhia as canções. De alguma maneira elas dormiam no meu inconsciente”, completa Xexéo. “Meu pai era francês e minha mãe falava em francês comigo em casa, então é afetivamente um resgate carinhoso de uma época da minha vida”, revela Françoise Forton que tem em sua trajetória profissional 45 peças, 32 novelas, participações em minisséries e seriados, 9 longas e a Dança dos Famosos. O ator Maurício Baduh revela porque aceitou o convite, “A oportunidade de compartilhar o palco com Françoise Forton e tantas emoções com a plateia é algo “irresistible”, inesquecível como aquela tarde naquele Café em Montparnasse, que marcou pra sempre a vida do casal em cena e certamente de tantos outros. Sonhemos. C’est si bon!”.

Na peça os personagens tiveram um encontro casual durante uma viagem de turismo a Paris, passaram a tarde juntos e perceberam que tinham vários interesses em comum. O provável casal se separou. Vinte anos depois voltam ao mesmo café de Paris, na expectativa de um reencontro e de, enfim, retomar o que poderia ser uma história de amor. No período em que os personagens estiveram afastados um do outro, mantiveram uma ligação com aquela tarde através de canções francesas como “La Mer”, “Et Maintenant?” e mais uma dezena de clássicos que formam a trilha sonora de suas vidas. “A prioridade é a interpretação, com a construção do ambiente romântico e humor dentro da cena. A peça é uma história musicada. Com piano, acordeon e violão, o espetáculo traz uma instrumentação mais intimista aliada às músicas que climatizam a cena”, define a diretora Jacqueline Laurence.

Elenco: Françoise Forton e Maurício Baduh
Texto: Arthur Xexeo
Direção: Jacqueline Laurence

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