Moda, Roupas

O que acontece com a roupa que você não quer mais usar?

1Penso que todos já nos deparamos com aquele clássico guarda-roupa, com muitas roupas, calçados, bolsas, óculos, perfumes, maquiagem… E com a sensação de que nunca temos algo para vestir. Compreensível!

Há tempos atrás tínhamos um sistema de modas que funcionou como um relógio por anos. Agora, este sistema foi reinventado, ao invés de 2 ou 4 estações por ano, hoje, praticamente temos 52, e a grande responsável por isto é a chamada “Moda Rápida”. A cada semana acontece alguma “Fashion Week”, em algum lugar do mundo.

Hoje, esta indústria que fatura bilhões, só se preocupa com seus grandes interesses comercial. Porém, este tipo de produção globalizada significa basicamente que foram terceirizados para economias de baixo custo, ou seja, países em desenvolvimento.  As grandes indústrias escolhem os locais onde seus produtos são feitos pagando preço barato, salários baixos e não oferecendo condições seguras aos trabalhadores que são obrigados a trabalhar nas chamadas “Fábricas de Suor”.

Basta observarmos a maior parte das etiquetas de nossas roupas são: Made in China, Made in Índia, Made in Vietnã, Made in Indonésia… Outro fator preocupante é a produção do algodão na Índia, a qual grande parte é cultivado na região de Pujab e que, para dar conta da produção, se tornou a maior usuária de pesticida da Índia.

Então, se estamos tentado fazer escolhas mais saudáveis para nossa saúde, através dos alimentos, dos orgânicos e outras práticas, podemos não estar nos dando conta da forma como foram produzidos os tecidos de nossas roupas, que ficam em contato direto com a pele. Existem muitos estudos apontando para o dramático número de pessoas com defeitos congênitos, cânceres, doenças mentais, além do grande número de suicídios nesta região da Índia.

Se observarmos ao nosso redor, a quantidade de tecidos e roupas tem crescido muito nos últimos 10 anos como uma forma de sombra suja da indústria da moda rápida. Estamos, cada vez mais, obcecados por produtos descartáveis. E não há mais como negar que esta indústria da Moda rápida, de produtos descartáveis, vem causando impactos massivos, principalmente nos países em desenvolvimento e contribuindo muito no declínio de nosso planeta.

E percebemos que, como consumidores, somos parte deste problema.

A quantidade de coisas que estamos trazendo para nossas vidas e acumulando. A moda não pode ser sustentada com a ideia de ser um produto descartável.

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Baseados por estas questões, decidimos criar um brechó virtual pelo Facebook, para quem procura roupas de qualidade, preço justo e praticidade.

Todas nossas peças e acessórios passam por uma curadoria de estilo, para que as peças garimpadas combinem com a personalidade de cada pessoa.

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E ainda, para quem optar pela experiência de compra no local e quiser visitar o Thelma & Louise Local, o atendimento funciona com hora marcada, ou seja, um tempo reservado para que você possa conhecer o ambiente e ver como tudo funciona.

Agradecimentos especiais as nossas modelos, mulheres com atitudes conscientes e que sabem que nossa ideia está muito além de reviver uma estética do passado. Vivemos num planeta que não suporta mais a interferência do homem poluindo a natureza com este modo de produção, reciclar é nossa palavra-chave.

Ao fantástico grupo Mulheres Donas de Si, que nos recebeu de braços abertos com muito carinho e abriu espaço apostando em nosso projeto.

Thelma&Louise

 

Isto é um publieditorial.

 

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2 Comentários

  • Responder Suzete Necchi Benites 04/05/2016 em 12:11

    Parabéns gurias!!!! Excelente e realização. Vou partiipar com certeza! Forte abraço

    • Responder Mulheres Donas de Si 04/01/2017 em 16:58

      Obrigada Suzete Necchi Benites! Um grande abraço

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