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Arquitetura & Decoração, Casa

Renovação de mobiliário do living 2016

Neste projeto finalizado pela arquiteta Karin Moraes em um amplo apartamento de Porto Alegre, o mobiliário foi todo proposto de acordo com os objetivos do cliente e características do living. Mesas laterais, sofás, poltronas, tecidos, vasos e plantas. Tudo foi renovado nesta morada. Apenas o que foi mantido do design anterior foi o gesso no teto, as cortinas e as luminárias. Para dar maior luminosidade ao ambiente e criar novos pontos de luz, introduzimos novos abajures.

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Para escolher os móveis, levamos em conta o tamanho e as características da família, mas o principal motivador foi mesmo a comodidade. Para isso, além do ambiente principal com 3 estofados e cadeiras de aproximação, devido ao grande espaço disponível, criamos outro ambiente próximo à sacada integrada, um ambiente menor para um momento mais íntimo e também para aproveitar melhor a luz natural.

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Para os estofados utilizamos tons de bege e amarelo ocre. O amarelo (e suas variáveis) é uma cor brilhante, alegre e simboliza o luxo. Para as cadeiras sugerimos marrom charuto, para quebrar a vivacidade do ambiente dando a alteração desejada. Quanto às plantas, escolhemos o Ficus Asiático, que tem folhas grandes e se adapta muito bem internamente.

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Os cristais e quadros sobre as mesas e aparadores deram o toque final no ambiente.

 

Post publicado originalmente no site da arquiteta Karin Moraes.

Arquitetura & Decoração, Casa

Conheça 4 dos edifícios mais inclinados do mundo

Os traços arquitetônicos chamam atenção nesses prédios inclinados, que viraram verdadeiros cartões postais das cidades.

Grande parte do charme das cidades são os contrastes que a arquitetura proporciona na paisagem cosmopolita. Nem sempre eles são resultado da mistura de cores, materiais e tecnologia, mas sim da sua estrutura, quando esta foge dos parâmetros comuns.

Esse é o caso de algumas construções, que são famosas por serem inclinadas e atraem curiosos, surpreendendo pela sua engenharia. Listamos quatro desses prédios pelos mundo, que confundem o olhar de quem por eles passam e que se transformaram em verdadeiros cartões postais.

Casa Dançante, Praga

O prédio fica no coração de Praga, e sua construção iniciou em 1994 e terminou dois anos depois.  A Casa Dançante foi desenhada pelo arquiteto Vlado Milunić, juntamente com o arquiteto canadense Frank Gehry e causou burburinhos por desafiar os padrões tradicionais. Inicialmente ela era chamada de Fred e Ginger, pois lembrava o par de dançarinos Fred Astaire e Ginger Rogers e os planos era transformá-la em um centro cultural, porém hoje em dia funciona como um prédio empresarial.

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Neuer Zollhof, Düsseldorf

O conjunto de três edifícios retorcidos fica localizado na beira do Rio Reno, na zona portuária da cidade e faz parte de um conjunto de projetos que revitalizaram a região. O projeto, com 28 mil metros quadrados, é de Frank Gehry, e o do meio é revestido por placas de aço, que ajudam a destacar os outros dois, de alvenaria.

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Puerta de Europa, Madrid

As torres gêmeas, de 114 metros de altura e 26 andares, têm 15 graus de inclinação. Elas também são conhecidas como Torres KIO, e ficam na Praza de Castilla. O projeto pós moderno, de Philip Johnson, é feito com vigas de metal, vidros escuros e linhas vermelhas, o que dá mais destaque ainda ao monumento cosmopolita.

Fonte Flickr: .Robert.

Fonte Flickr: .Robert.

Torre de Pisa, Itália

A mais conhecida construção inclinada do mundo começou a ser construída em 1173, e sua inclinação para o sudeste é devida a má fundação e solo mal consolidado. O campanário está situado atrás da catedral, e é a terceira construção mais antiga da praça da Catedral de Pisa. Os engenheiros fizeram pavimentos maiores para compensar a inclinação, mas a solução agravou ainda mais o problema.

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Post publicado originalmente no site da arquiteta Karin Moraes.

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Arquitetura & Decoração, Casa

A iluminação ideal para cada ambiente da casa

A luz pode propiciar relaxamento e também estimular a concentração, e é por isso que um projeto de iluminação de ambientes deve ser pensado de forma personalizada.

Para cada ambiente um projeto diferente, e a iluminação faz parte desse planejamento. Além de iluminar, a luz é responsável por transformar e dar destaque a espaços ou elementos, valorizando ainda mais móveis e objetos de decoração.

Os hábitos dos moradores influenciam diretamente no planejamento do projeto luminotécnico de qualquer ambiente. As novas tecnologias de construção estão mudando a forma como pensamos o controle de iluminação em uma residência ou até mesmo em um edifício inteiro.

Se o assunto é economia de energia, o melhor é investir na automação da iluminação. Um sistema de iluminação inteligente considera tanto a luz elétrica quanto a natural. Nesses sistemas, o melhor é que as lâmpadas de LED sejam todas do tipo dimerizáveis.

Mas como escolher a melhor iluminação para cada ambiente?

Para garantir os efeitos desejados, é preciso levar em consideração o uso de cada espaço da casa e das necessidades dos moradores, para, assim, fazer as melhores escolhas.

Na sala, a iluminação tem diferentes funções

Para deixar a sala de estar mais aconchegante, mais do que a escolha dos móveis, é essencial que o projeto de iluminação do ambiente não deixe nenhum espaço no escuro. Por isso é importante criar fontes de luz diferentes e escolher as lâmpadas mais indicadas para cada lugar.

Os modelos LED tem maior vida útil, consomem 30% menos de energia e podem ser usadas tanto em nichos como em estantes, conferindo amplitude aos móveis.

Como na maior parte das casas, a TV é parte integrante da sala. Uma iluminação eficiente deve atender diferentes funções, podendo ser mais escura na hora de ligar a televisão e mais clara para os momentos em família ou ao receber visitas.

Na sala de jantar, a iluminação é fundamental para dar aquele toque especial no ambiente. As refeições se tornam mais agradáveis com uma luz adequada que pode ser um abajur ou luminária pendente que ajuda a criar uma atmosfera de maior intimidade e aconchego. Para isso, deve ser usada entre 70 cm e 1 m para não criar desconforto visual, variando de acordo com o tipo de lâmpada e altura do teto.

Luz ideal em varandas ou jardins

Seja em casa ou em apartamento, as varandas ou jardins são espaços de integração, que unem os moradores e, por isso, a iluminação da varanda também deve ser planejada para trazer tranquilidade. Quase sempre há plantas nesses ambientes, então, para iluminar o espaço e ao mesmo dar destaque às folhagens, o ideal é fazer uso da iluminação direcionada. Além das tradicionais lâmpadas brancas e amarelas, lâmpadas coloridas podem proporcionar um efeito diferente no espaço.

Em apartamentos, a iluminação da varanda também pode contribuir para que a decoração fique muito melhor. Uma boa sugestão são os abajures ou ainda os spots de luz, que, acoplados ao teto ou às paredes, ocupam menos espaço, cumprem sua função e deixam o ambiente mais refinado.

Em espaços externos, o projeto luminotécnico deve promover as sensações de acolhimento e segurança. Para isso, as luzes devem ser abundantes para facilitar a locomoção no período noturno. Em ambientes descobertos, lembre que a iluminação deve ser resistente à chuva.

Iluminação do banheiro

Além da decoração, a iluminação do banheiro é também um dos elementos importantes para que o ambiente fique harmonioso e aconchegante. Para isso, o projeto de iluminação deve atender as necessidades de uso, seja no banheiro da suíte, do quarto de hóspedes ou o lavabo.

Na hora de iluminar o banheiro, pense primeiro na luz que vai preencher o espaço por inteiro. Depois planeje os focos específicos para a execução de tarefa, como nas áreas da bancada, do box e até mesmo do vaso sanitário. As luzes de destaque não são exigências para uma iluminação eficiente, mas usar lâmpadas direcionadas no espelho ou no box facilita na hora de tomar banho, fazer a barba ou a maquiagem.

De modo geral, as lâmpadas fluorescentes e as LEDs são boas opções para iluminar banheiros, mas fique atento à umidade. Lâmpadas com alta potência e que ficam em luminárias fechadas faz com que a durabilidade seja reduzida, pois queimam precocemente.

Iluminação nos quartos

Os quartos são basicamente usados a noite. Por isso a iluminação artificial é elementar para enfatizar o aspecto do quarto e criar um ambiente convidativo e acolhedor.

A intimidade dos quartos exige uma iluminação diferenciada. O principal, nesses ambientes, é pensar em como a luz pode transmitir conforto, relaxamento e bem-estar. Devido a isso, a iluminação geral do quarto deve ser indireta, embutida ou de sobrepor. A melhor forma de  fazer isso é optar por uma iluminação indireta, a famosa meia luz. Esse efeito pode ser dado por abajures, luminárias ou até mesmo por um spot sobreposto no gesso do teto. As sancas ‘invertidas’,  arandelas e luminárias de piso também são alguns exemplos de como obter uma iluminação mais aconchegante.

Sobre o criado-mudo, o abajur tem função decorativa, cria um ambiente aconchegante e valoriza o quarto, além de permitir uma boa leitura ou assistir tv com a luz principal desligada. Se o objetivo principal é a leitura, opte por modelos com luz direcionável.

Cozinha bem iluminada

Já se foi o tempo em que a cozinha não era considerada uma área social da casa. Hoje, com projetos de interiores modernos, cada dia mais elas dividem espaço com outros ambientes da casa como a sala de jantar e de estar, quando o quesito é convivência entre os moradores. A cozinha é tamém um dos locais mais frequentados da casa, onde buscamos algo para comer ou beber. Por isso, é importante que o ambiente esteja sempre bem iluminado com lâmpadas que não cansem a vista.

Exatamente por isso é que as cozinhas devem ter uma iluminação inteligente, que ao mesmo tempo clareie o espaço como um todo,  facilite as tarefas, como cozinhar e lavar louça, e também proporcione uma sensação de relaxamento na hora das refeições, como durante aquele jantar romântico, por exemplo. Outra ideia interessante é usar luminárias para conseguir uma iluminação mais intimista.

Em uma cozinha pequena, dê preferência à luminária horizontal ou embutida de luz branca, para dar mais claridade ao ambiente. Em cozinhas grandes, é possível criar uma iluminação mais abrangente e variada. Uma boa alternativa é, além da luz central, apostar nas brancas direcionadas na bancada, facilitando a visualização dos alimentos e também agregar spots em sua composição.

Outro dica bacana para dar um efeito fantástico em qualquer ambiente da sua casa é o uso de prateleiras iluminadas com fitas de LED. Devido ao seu perfil fino e leve, a fita de LED é uma opção de iluminação discreta para áreas inesperadas e de difícil alcance que dificilmente podem ser iluminadas.

Viu como a iluminação se diferencia de um ambiente para o outro, mas tem extrema importância no efeito dos espaços? Converse com seu arquiteto e decidam, juntos, como usar a iluminação no seu projeto de interiores.

Post publicado originalmente no site da arquiteta Karin Moraes.

 

 

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Ambiente, Arquitetura & Decoração, Casa

Prática, funcional e estilosa: saiba como escolher a mesa de centro para sua sala

As mesas de centro são peças-chave na decoração da sala, mas é preciso levar em conta alguns detalhes para escolher o modelo ideal.

Os móveis de apoio podem não ser os protagonistas em um projeto de design de interiores, mas são eles que garantem a funcionalidade dos ambientes. A mesa de centro é um desses exemplos versáteis que, além de complementar a decoração, ainda ajuda a delimitar o espaço. Na hora de receber convidados em sua casa, o móvel garante conforto e praticidade.

Ela pode estar presente nos livings, home ou sala de estar, e deve seguir o mesmo estilo de decoração dos outros móveis que dividem o mesmo espaço. A escolha dos materiais, como madeira, vidro, espelho, inox e acrílico é que vai dar identidade à peça, mas para definir o modelo de mesa de centro ideal, é preciso levar em conta alguns aspectos do ambiente.

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Uma mesa de centro para cada tamanho de sala

As mesas de centro são bastante versáteis, desde que não atrapalhem a circulação. Para evitar que o móvel ocupe mais espaço do que o ideal e facilitar sua utilização, é importante levar em conta o tamanho da sala antes de escolher o modelo. Por isso, a mesa de centro deve respeitar um espaço mínimo de 30 cm a 40 cm entre os outros móveis.

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A metragem e disposição dos ambientes também influenciam no formato da mesa de centro. As salas mais compridas e estreitas, pedem peças retangulares ou ovais para manter a proporção.

Escolha a altura da mesa com cuidado

Em relação à altura, a tendência na decoração são as mesas de centro mais baixas, quase rentes ao chão, mas isso não é uma regra. A escolha do modelo deve seguir o gosto pessoal do morador, lembrando que, para manter a proporção, as mesas de centro não devem ultrapassar a altura dos assentos de sofás e poltronas.

A decoração das mesas de centro compõe o ambiente

Apesar de ser um móvel auxiliar, a mesa de centro pode ganhar destaque quando bem decorada. Para escolher as peças, leve em conta a altura da mesa. Objetos muito compridos não são indicados para ficarem sobre o móvel, e é preciso ficar atento à proporção da composição. Cristais de Murano com arranjos baixos, caixas e livros decorativos são as peças mais usadas para compor as mesas de centro.

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Analise bem a sua sala e leve em conta estas dicas para que a sua mesa de centro se encaixe ao ambiente garantindo funcionalidade e beleza..

Post publicado originalmente no site da arquiteta Karin Moraes.

Ambiente, Arquitetura & Decoração, Casa

Ambientes integrados e espaços comuns são soluções para um novo estilo de vida

Com o passar dos anos (ou décadas para ser mais abrangente), novos padrões culturais e de comportamento da sociedade, mudança na formatação das famílias, evoluções tecnológicas que oferecem novas alternativas de eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos, técnicas construtivas e novos materiais determinam novas tendências e padrões de arquitetura, construção e decoração.

Nos últimos 30 ou 40 anos, as famílias diminuíram. Se nas décadas de 70 e 80 era normal casais terem pelo menos três filhos, hoje o padrão é um filho ou no máximo dois, ou mesmo casais sem filhos. Essa mudança cultural aliada ao aumento da população, espaços cada vez mais exíguos para construção e custos de construção cada vez maiores fizeram com que as residências sofressem uma grande modificação, principalmente no tamanho.

Os apartamentos continuam sendo projetados para famílias, mas hoje é possível prever alguma formatação básica nos grupos familiares? Principalmente nas grandes metrópoles, os espaços podem ser ocupados por uma família tradicional com dois filhos, casais sem filhos, uma pessoa solteira, uma dupla de amigas ou amigos, um casal com um bebê, uma pessoa mais velha morando sozinha, pessoas que trabalham em casa. Devido a tantas variáveis, os prédios e os apartamentos são construídos de forma a permitir mudanças que se adaptem às necessidades dos moradores.

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Assim, o design de interiores já não tem apenas a função de decorar os ambientes, mas também de planejar soluções para torná-lo funcional e facilitar a vida das pessoas. Se o tamanho dos apartamentos diminuiu, apareceram soluções e tendências na arquitetura e design de interiores para permitir novas experiências aos moradores.

Com espaços menores, uma dessas tendências é a integração de ambientes

Se até alguns anos atrás os imóveis residenciais eram planejados com a divisão e denominação dos ambientes (sala de estar, sala de jantar, cozinha, sala de TV ou som e ainda o home office), atualmente esses espaços se interligaram de forma a criar maior convívio entre os moradores e também das pessoas com o lar como um todo.

Ambientes integrados

A vida agitada das grandes cidades exige medidas que facilitem o dia-a-dia, por isso, ao integrar cômodos, o primeiro item que deve ser pensado é o conforto e a praticidade.

Com os apartamentos cada vez menores, derrubar paredes é uma solução infalível para ganhar espaço para circulação e convivência e uma sensação de amplitude em casa. Combinações como home office na sala, cozinha integrada com sala de jantar e até banheiro com closet são soluções que proporcionam um novo estilo de vida mais dinâmico às pessoas, mas que ao mesmo tempo conferem mais tempo e condições de relaxamento.

Mas para aqueles que ainda preferem uma divisão mínima desses espaços integrados, existem alguns elementos que proporcionam essa diferenciação e dão sensação de privacidade, como portas de correr, painéis de vidro, móveis, estantes vazadas, bancadas e meias paredes. Até mesmo um simples tapete ou uma cor ou textura diferente nas paredes podem demarcar bem a função de diferentes ambientes.

Post publicado originalmente no site da arquiteta Karin Moraes.

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Arquitetura & Decoração, Casa

Casa na Serra: Gramado

O estilo é inspirado nas antigas vilas italianas, usando elementos tradicionais como a madeira escura e estofados de couro, tecidos de lã xadrez, detalhes em ferro rústico e tons terrosos, azulejos pintados a mão, fazendo um contraponto com as necessidades da vida contemporânea.

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